sexta-feira, maio 31, 2013

desfolhar recordações

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livro namorada

culinária poética

cante das "emcelências"

desfolhar recordações

crónicas de um bibliotecário-ambulante
cunqueiros - fórneas - pedras brancas

terça-feira, maio 21, 2013

imaginárias

 imaginárias

crónicas de um bibliotecário-ambulante
rabacinas - sobral fernando - maxiais - giesteiras

segunda-feira, maio 20, 2013

longevidade

nova conexão 

apicultura iniciática

wallflower

longevidade 
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
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quarta-feira, maio 15, 2013

sombra renovada

sombra renovada

crónicas de um bibliotecário-ambulante
vale das balsas - figueira - catraia cimeira - póvoa

sexta-feira, maio 10, 2013

cachopos

frente a frente

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crónicas de um bibliotecário-ambulante
pergulho - vale de água - serimogão - moitas

quarta-feira, maio 08, 2013

escolhas

escolhas

histórias,estórias e outras coisas mais...

crónicas de um bibliotecário-ambulante
corgas - malhadal

terça-feira, maio 07, 2013

fumaça

fumaça

silvestre

crónicas de um bibliotecário-ambulante
rabacinas - sobral fernando - maxiais - giesteiras

quarta-feira, maio 01, 2013

Grande e Velho Sábio

herança e legado

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grande e velho Sábio

Grande e Velho Sábio

Foi um dia muito intenso como são todos quando se junta a família espalhada pelos 4 cantos deste rectângulo luso, mas que tem genes identitários que os une.

As I Jornadas Biblioteconómicas de Abrantes, este ano, dedicadas as bibliotecas itinerantes, tiveram o condão de ter juntado a maior concentração nacional de bibliotecas sobre rodas e seus profissionais. Os 15 veículos estacionados na envolvência da Biblioteca Municipal António Botto trouxeram com certeza uma tonalidade distinta e luminosa.

No interior da Biblioteca, o espaço era de reflexão e de partilha mas, sem dúvida, o momento alto foi o desfilar das memórias de um Grande e Velho Sábio: José Dinis, de seu nome, do alto do seus 84 anos de vida e mais de 30 nas estradas, terras e gentes de Abrantes e Trás os Montes, como responsável por uma Biblioteca Itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian.

Um novelo de histórias fabulosas e magnetizantes foi sendo desfiado contando episódios de um tempo em que o pouco era tudo e o nada era o quase tudo o que se podia ter.

Autos de fé com livros, perseguições, paixões e amores, incompreensões, intempéries, estradas inimagináveis. Tudo isto, percorrido, vivido e sentido com um enorme sentido de missão e abnegação sempre com um sorriso nos lábios, próprios de quem sabe estar a fazer o bem, bem feito.

Tive a fantástica oportunidade de privar com este Grande e Velho Sábio, antes do inicio das jornadas e foi ali no meio das Bibliotecas Itinerantes que ouvi e senti cada palavra, cada gesto, cada brilho no olhar, próprios de alguém que sente que cada dia que passou, exercendo a sua arte e profissão, fizeram a diferença… Toda a diferença para quem com ele aprendeu a amar e a desfrutar do livro e da leitura.

o papalagui

crónicas de um bibliotecário-ambulante 
I jornadas biblioteconómicas de abrantes
- bibliotecas itinerantes-
30/04/13