quarta-feira, julho 18, 2012

Resistentes da Canícula

  imagens amenas



resistente da canícula II




resistente da canícula

crónicas de um bibliotecário-ambulante
rabacinas - sobral fernando - maxiais - giesteiras

segunda-feira, julho 16, 2012

Palco
 
"acidente" desta tarde!  2 veículos, um deles pesado e o outro a Bibliomóvel, 2 condutores, uma estrada (estreita) deserta, CALOR de ananases, uma carga pesada cai na faixa de rodagem, 2 pessoas cheias de boa vontade tentam recolocar a carga no lugar... 1ª tentativa...falhada,2ªtentativa...falhada, o calor aperta..., o suor corre em bica pelas faces dos dois intervenientes, a carga essa continua impávida e serena! 3ª tentativa...quaaase! 4ª tentativa...quaaassseeee (falhada),5,6,7ª tentativa... falhada!!!!!
-"Chama o reboque!"
-" Uma vez mais!!!"
8ª tentativa...quaseee,quaseeee, JÁ ESTÁ!!!!!
As andanças da Bibliomóvel também são isto...
ps: a fotografia não corresponde ao episódio, mas a peça metálica sustentada pela grua....SIM!!!

crónicas de um bibliotecário-ambulante
cimadas cimeiras - montinho - cimadas fundeiras - vergão

quinta-feira, julho 12, 2012

nova paragem,novos utililizadores/visitantes/Amigos

 novos utililizadores/visitantes/Amigos

nova paragem

crónicas de um bibliotecário-ambulante
vale das balsas - figueira - catraia cimeira - póvoa

terça-feira, julho 03, 2012

leituras das sombras

 leituras das sombras

 micro feira do livro ambulante

crónicas de um bibliotecário-ambulante
cimadas cimeiras - montinho - cimadas fundeiras - vergão

segunda-feira, julho 02, 2012



 

micro feira do livro ambulante - 02 a 20 de julho

crónicas de um bibliotecário-ambulante

terça-feira, junho 26, 2012

6 Anos de Andanças - 26/06/06 - 26/06/12


 crónicas de um bibliotecário-ambulante
6 Anos de Andanças  -  26/06/06  -  26/06/12  
26 de Junho 2006, numa tarde quente e sufocante sento-me ao volante da Bibliomóvel, pela 1ª vez e ao ligar a chave de ignição, transporto-me por instantes a um passado não muito longínquo, até aos meus 12/13 anos.
Sonhador como qualquer criança daquela idade, passava diariamente pelo parque de estacionamento, onde descansava a “carrinha esquisita dos livros”, denominação da Biblioteca Itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian e imaginava função para tão estranho veículo.
Apaixonado pelos livros e pela leitura e sonhador como qualquer criança de 12/13 anos, olhava e observava tamanha aberração automobilística, mas carregada de tanto sentido (pela sua carga valiosa) e imaginava como seria interessante transportar letras, palavras, imagens por estradas, terras e gentes e poder viver disso.
26 de Junho 2012, tarde muito quente e sufocante ao sentar-me pela enésima vez ao volante da Bibliomóvel e ao ligar a chave de ignição, para partir em direcção a rota que inaugurou este serviço, há precisamente 6 anos atrás (Alvito da Beira/Sobrainhos dos Gaios), assaltam-me a memória as histórias/estórias, as pessoas, os utilizadores, os Amigos, as estradas, as terras, as memórias/recordações, os silêncios, as conversas, as saudades, as perdas, os ganhos, as vitórias e as derrotas, os saberes, os sabores, os sentires que são a essência das andanças da Bibliomóvel e do bibliotecário-ambulante por Proença-a-Nova.
Tudo isto e muito mais fazem parte do meu quotidiano e da imensa honra que tenho em perpetuar um enorme legado, que vejo com satisfação ressurgir e renascer um pouco por todo o país.

Para Além da Curva da Estrada

 Para além da curva da estrada
Talvez haja um poço, e talvez um castelo,
E talvez apenas a continuação da estrada.
Não sei nem pergunto.
Enquanto vou na estrada antes da curva
Só olho para a estrada antes da curva,
Porque não posso ver senão a estrada antes da curva.
De nada me serviria estar olhando para outro lado
E para aquilo que não vejo.
Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos.
Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer.
Se há alguém para além da curva da estrada,
Esses que se preocupem com o que há para além da curva da estrada.
Essa é que é a estrada para eles.
Se nós tivermos que chegar lá, quando lá chegarmos saberemos.
Por ora só sabemos que lá não estamos.
Aqui há só a estrada antes da curva, e antes da curva
Há a estrada sem curva nenhuma.

Alberto Caeiro

sexta-feira, junho 15, 2012

terça-feira, maio 22, 2012

habituais e ocasionais

  habitual e ocasional
 
 habituais e ocasionais



 habitual


 crónicas de um bibliotecário-ambulante

cimadas cimeiras - montinho - cimadas fundeiras - vergão

sexta-feira, maio 18, 2012

terça-feira, maio 15, 2012

Portugal em Direto - Informação - Especializada RTP 1 - Multimédia RTP



 andanças da bibliomóvel de proença-a-nova.
 40 segundos e depois aos 4 minutos e 30 da primeira parte , e aos 11:30 da segunda parte!

crónicas de um bibliotecário-ambulante


quarta-feira, maio 09, 2012

vistas


vista dianteira


vista traseira

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quarta-feira, abril 04, 2012

perdas e ganhos


Perdas e ganhos

O jargão bolsista das perdas e dos ganhos adapta-se na perfeição a alguns episódios que diariamente sucedem nas andanças da Bibliomóvel.
A sensação de perda não é uma novidade, ao longo dos 6 anos de estradas, terras e gentes a Bibliomóvel e o bibliotecário-ambulante foram perdendo alguns dos seus utilizadores/visitantes/Amigos, fruto das suas passagens pelo último capitulo de um livro, que é a Vida.
Nesta ocasião uma das nossas “informantes” de um dos Lares da 3ª Idade partiu e com ela muitos saberes e sentires que não consegui recolher e preservar para memória futura.
As visitas que a Bibliomóvel e o bibliotecário-ambulante fazem aos lares e centros de dia, são por norma dias festivos, no entanto existe sempre uma sensação de incerteza (pessoal) se na próxima semana, estarão ou não as mesmas caras a ouvir-nos, escutar-nos ou simplesmente estar lá.
Esta cara que desapareceu, não era efectivamente e afectivamente das mais activas de um grupo fantástico, mas recordo que no fundo da sua quase permanente inércia, havia um brilho nos olhos que denotava interesse e gosto pelas histórias que levava e contava.
Hoje recordo-me da última visita que fiz, antes do seu desaparecimento e da sua habitual despedida:

- “Então inté sr.Nuno!

Ainda a digerir a sensação de perda, estacionei a Bibliomóvel na primeira paragem vespertina. Como habitualmente distribuo pelos presentes na praça central e no café os jornais e a revistas habituais e inicio a amena cavaqueira habitual com os habituais “comentadores” que escolhem este local para o comentário social, politico, cultural e económico local, regional e nacional.
Ao fundo da rua 2 senhoras vêm de braço dado e em conversas cúmplices, rumam em direcção a Bibliomóvel:

- “ Eu não te tinha dito, que tinha livros!
- tem e são todos para emprestar.
- sim estou a ver, mas eu não consigo ler um livro em 15 dias!
- mas isso não é problema, prefiro que demore um mês mas que leia o livro todo e com satisfacção.
- o que preciso fazer para levar o livro?
- vontade, gosto de ler e dizer-me os dados pessoais para o cartão!
- só isso!?
- sim só isto e pode levar os livros que quiser.”

Assim encerrou mais uma sessão com perdas e enormes ganhos no índice da bolsa de saberes e sentires que são as andanças da Bibliomóvel.
o papalagui