quarta-feira, agosto 07, 2013

ver,escutar,sentir os Ecos

 ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença"

  ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença" II

  ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença" III

  ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença" IV

leituras na sombra
crónicas de um bibliotecário-ambulante
 centro de dia montes da senhora - alvito da beira - sobrainho dos gaios

terça-feira, julho 30, 2013

Ecos de Proença






 crónicas de um bibliotecário-ambulante
Bibliotecas – Zeladoras de passados e produtoras de amanhãs
O património imaterial assemelha-se a um puzzle interminável, onde a aparente e inexistente ligação entre as peças contribui para a identificação de um povo, comunidade e nação.
A frase batida, dita vezes sem conta, de que um povo sem memória é um povo sem história e sem futuro, renova-se todos dias e todos os dias são dias para renovar o compromisso de recuperar, estudar e difundir essas memórias colectivas.
As bibliotecas podem e são com certeza intervenientes por excelência nesta missão. Não apenas porque está contemplado nas mais diversas directrizes orientadoras (IFLA/UNESCO), mas principalmente porque as bibliotecas são locais de encontro, partilha e difusão de informação e/ou conhecimento.
O património imaterial é isso precisamente: partilha e encontro de memórias, saberes e tradições que fazem no seu todo a identidade de uma povo /comunidade.
A proximidade, a periodicidade e afectividade com que as bibliotecas baseiam ou deveriam basear as relações com os seus frequentadores, são campo fértil para a recolha directa dessa memória colectiva.
O projecto Ecos de Proença teve a sua génese na partilha e recolha de diversos aspectos da cultura popular desta comunidade servida pela BiblioMóvel (biblioteca itinerante de Proença-a-Nova). Aquilo que no início era apenas pedaços desgarrados, colhidos aqui e acolá e tratados pelo bibliotecário responsável, foi crescendo em quantidade e qualidade.
Apresentado ao Gabinete de Imagem e Comunicação do Município de Proença-a-Nova, esta amálgama de palavras e imagens sentidas e vividas, ganhou consistência e foi lançada na rede social , como um projecto que pretende envolver a memória das memórias de uma comunidade: Proença-a-Nova.
O maior trunfo do projecto está nos contributos enviados pela comunidade. Espicaçar as memórias veio revolver velhos baús e limpar de pó álbuns de fotografias esquecidos numa qualquer prateleira ou caixa, debaixo de uma cama.
Embora o material fotográfico esteja em maioria, apelamos também para a recolha de histórias de vida, tradições ancestrais, costumes passados e tantas vezes esquecidos.
As novas tecnologias colocaram ao nosso dispor tecnologia de som e imagem, democratizando o seu manuseamento e utilização.
Durante este mês de presença nas redes sociais, o interesse tem vindo aumentar e as contribuições chegam a bom ritmo.
Mas mais importante que isso, tem sido esse desvelar de memórias longínquas mas ao alcance do coração.
Este património imaterial vive e sobrevive pois é nele que se pode e deve inventar o amanhã.

sexta-feira, julho 26, 2013

remendo




92, quase 93 anos de histórias que agora encerram. rip


remendo
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
pedra do altar - estevês - peral - vale da mua

frequentadores sazonais

 frequentadores sazonais


negrume
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
cunqueiros - fórneas - pedras brancas

quinta-feira, julho 25, 2013

leitura tripla



leitura tripla

reportagem sobre profissões ambulantes - bibliomóvel de proença-a-nova
sónia morais santos - orlando almeida 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
vale das balsas - figueira - catraia cimeira - póvoa

terça-feira, julho 16, 2013

distintas mobilidades

1

2

3+2

coberturas

distintas mobilidades 
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
cimadas cimeiras - cimadas fundeiras - vergão

quarta-feira, julho 10, 2013

sombras


sombras

em busca da sombra

sombra climatizada

pequeno pedaço de sombra 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
vale das balsas - figueira - catraia cimeira - póvoa

sexta-feira, julho 05, 2013

frequentadores


do outro lado da raya imaginaria

sombra possível 

frequentadores

crónicas de um bibliotecário-ambulante
padrão - s.p.esteval - lameira de ordem - palhota - monte fundeiro

quarta-feira, julho 03, 2013

fidelidade e resistência


resistência e fidelidade III

resistência e fidelidade II

resistência e fidelidade 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
rabacinas - sobral fernando - maxiais - giesteiras

terça-feira, julho 02, 2013

1 de julho - dia mundial das bibliotecas


exterior da sauna ambulante

1 de julho - dia mundial das bibliotecas 
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
cimadas cimeiras - cimadas fundeiras - vergão

segunda-feira, julho 01, 2013

palete para ignite

palete para ignite

sauna ambulante arejada
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
pedra do altar - estevês - peral - vale da mua

quarta-feira, junho 26, 2013

7






“Como é conveniente e agradável o mundo dos livros! – se não se atribuir a ele as obrigações de um estudante, nem considerá-lo um sedativo para a preguiça, mas entrar nele com o entusiasmo de um aventureiro!”
D. Grayson

7
Passaram sete anos de estradas terras e gentes de Proença-a-Nova com a Bibliomóvel. Para os mais místicos, este número traz imensas referências, enraizadas na cultura popular de origem profana ou sagrada.
A realidade quotidiana tem mostrado que este serviço itinerante de promoção do livro e da leitura, disponibilização em livre acesso da Informação e/ou Conhecimento, a prestação de serviços úteis a comunidade, e sempre algo mais, foi um investimento seguro do seu retorno.
O aumento do número de novas paragens, é indício seguro desse retorno, proporcionado pelo reconhecimento das populações servidas pelos recursos disponibilizados e serviços prestados dentro da Bibliomóvel.
As parcerias com outras entidades/instituições têm fornecido um conjunto de bons momentos, onde a partilha de leituras, saberes e sentires foram uma constante. As visitas ao Projecto Escola BioAromas, com a actividade “Histórias, estórias e outras coisas mais”, revelaram-se importantes momentos não só de promoção da leitura e do livro, mas igualmente das memórias de toda uma comunidade, que importa preservar e divulgar.
O 7 está carregado de simbolismos profanos e religiosos. Para as andanças da Bibliomóvel, representam apenas isso, 7 anos de estradas (nem sempre fáceis), terras (sempre hospitaleiras) e gentes (prestáveis e entusiastas), carregados de momentos inesquecíveis, de amizades feitas, vidas transformadas, espírito de missão e de pertença a um legado, que com orgulho fazemos prolongar no tempo.
crónicas de um bibliotecário-ambulante