sexta-feira, setembro 27, 2013

chuva barulhenta

 chuva barulhenta 
 chuva barulhenta II
 velha paragem-nova paragem
 abrigadas
entrada do abrigo

crónicas de um bibliotecário-ambulante
pergulho - vale de água - serimogão - moitas

quinta-feira, setembro 26, 2013

declaração de amor

 declaração de amor

 fontes

 bug killer

nova paragem

crónicas de um bibliotecário-ambulante
padrão-s.p.esteval-lameira de ordem-palhota
monte fundeiro-borracheira

quarta-feira, setembro 25, 2013

água-pé

 últimos preparativos

água-pé

crónicas de um bibliotecário-ambulante
corgas - malhadal

segunda-feira, setembro 23, 2013

fábio farinha do malhadal - acordeonista








crónicas de um bibliotecário-ambulante
santa casa de misericórdia de sobreira formosa
cunqueiros - fórneas - pedras brancas

quarta-feira, setembro 18, 2013

sinais de luzes


crónicas de um bibliotecário-ambulante

sinais de luzes

as andanças da Bibliomóvel não são apenas feitas pelos seus frequentadores/Amigos. Durante as viagens e paragens, surgem ocasionais e regulares “passantes” que nos acenam ou param deixando palavras de incentivo ou simples preocupação sobre o “estado da arte”.
Hoje um desses “passantes” inesperadamente desapareceu. Nunca entrou, usou ou simplesmente frequentou as nossas instalações ambulantes. Mas tinha sempre um acenar, um sorriso, uma preocupação sobre o andamento do serviço.
Sempre que cruzámos os mesmos caminhos, havia um sinal de luzes, um acenar, uma buzinadela…
Sempre que passava (em serviço/lazer) nalguma aldeia onde a Bibliomóvel estivesse estacionada, fazia questão de parar, sair do seu veículo e dirigir-se até junto de mim. Nunca entrou na Bibliomóvel!

-“ Boas tardes sr.Marçal! Então como vai o negócio!?”

Estas sensações de perda são useiras e vezeiras, mas nunca as assimilamos da melhor maneira.

Vou sentir falta da preocupação, dos sinais de luzes, dos acenos!

sexta-feira, setembro 06, 2013

leituras cruzadas


leituras cruzadas 

leituras na porta dos fundos
crónicas de um bibliotecário-ambulante
pedra do altar - peral - estevês - vale da mua

o homem quer material não deixa

 o homem quer o material não deixa

 variedade

 busca e desfrute

 sempre uma aventura

chiba
crónicas de um bibliotecário-ambulante
cunqueiros - fórneas - pedras brancas

quarta-feira, agosto 07, 2013

ver,escutar,sentir os Ecos

 ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença"

  ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença" II

  ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença" III

  ver,escutar,sentir os "Ecos de Proença" IV

leituras na sombra
crónicas de um bibliotecário-ambulante
 centro de dia montes da senhora - alvito da beira - sobrainho dos gaios

terça-feira, julho 30, 2013

Ecos de Proença






 crónicas de um bibliotecário-ambulante
Bibliotecas – Zeladoras de passados e produtoras de amanhãs
O património imaterial assemelha-se a um puzzle interminável, onde a aparente e inexistente ligação entre as peças contribui para a identificação de um povo, comunidade e nação.
A frase batida, dita vezes sem conta, de que um povo sem memória é um povo sem história e sem futuro, renova-se todos dias e todos os dias são dias para renovar o compromisso de recuperar, estudar e difundir essas memórias colectivas.
As bibliotecas podem e são com certeza intervenientes por excelência nesta missão. Não apenas porque está contemplado nas mais diversas directrizes orientadoras (IFLA/UNESCO), mas principalmente porque as bibliotecas são locais de encontro, partilha e difusão de informação e/ou conhecimento.
O património imaterial é isso precisamente: partilha e encontro de memórias, saberes e tradições que fazem no seu todo a identidade de uma povo /comunidade.
A proximidade, a periodicidade e afectividade com que as bibliotecas baseiam ou deveriam basear as relações com os seus frequentadores, são campo fértil para a recolha directa dessa memória colectiva.
O projecto Ecos de Proença teve a sua génese na partilha e recolha de diversos aspectos da cultura popular desta comunidade servida pela BiblioMóvel (biblioteca itinerante de Proença-a-Nova). Aquilo que no início era apenas pedaços desgarrados, colhidos aqui e acolá e tratados pelo bibliotecário responsável, foi crescendo em quantidade e qualidade.
Apresentado ao Gabinete de Imagem e Comunicação do Município de Proença-a-Nova, esta amálgama de palavras e imagens sentidas e vividas, ganhou consistência e foi lançada na rede social , como um projecto que pretende envolver a memória das memórias de uma comunidade: Proença-a-Nova.
O maior trunfo do projecto está nos contributos enviados pela comunidade. Espicaçar as memórias veio revolver velhos baús e limpar de pó álbuns de fotografias esquecidos numa qualquer prateleira ou caixa, debaixo de uma cama.
Embora o material fotográfico esteja em maioria, apelamos também para a recolha de histórias de vida, tradições ancestrais, costumes passados e tantas vezes esquecidos.
As novas tecnologias colocaram ao nosso dispor tecnologia de som e imagem, democratizando o seu manuseamento e utilização.
Durante este mês de presença nas redes sociais, o interesse tem vindo aumentar e as contribuições chegam a bom ritmo.
Mas mais importante que isso, tem sido esse desvelar de memórias longínquas mas ao alcance do coração.
Este património imaterial vive e sobrevive pois é nele que se pode e deve inventar o amanhã.

sexta-feira, julho 26, 2013

remendo




92, quase 93 anos de histórias que agora encerram. rip


remendo
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
pedra do altar - estevês - peral - vale da mua

frequentadores sazonais

 frequentadores sazonais


negrume
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
cunqueiros - fórneas - pedras brancas

quinta-feira, julho 25, 2013

leitura tripla



leitura tripla

reportagem sobre profissões ambulantes - bibliomóvel de proença-a-nova
sónia morais santos - orlando almeida 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
vale das balsas - figueira - catraia cimeira - póvoa

terça-feira, julho 16, 2013

distintas mobilidades

1

2

3+2

coberturas

distintas mobilidades 
 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
cimadas cimeiras - cimadas fundeiras - vergão

quarta-feira, julho 10, 2013

sombras


sombras

em busca da sombra

sombra climatizada

pequeno pedaço de sombra 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
vale das balsas - figueira - catraia cimeira - póvoa

sexta-feira, julho 05, 2013

frequentadores


do outro lado da raya imaginaria

sombra possível 

frequentadores

crónicas de um bibliotecário-ambulante
padrão - s.p.esteval - lameira de ordem - palhota - monte fundeiro

quarta-feira, julho 03, 2013

fidelidade e resistência


resistência e fidelidade III

resistência e fidelidade II

resistência e fidelidade 
crónicas de um bibliotecário-ambulante
rabacinas - sobral fernando - maxiais - giesteiras