AS ANDANÇAS DA BIBLIOMÓVEL POR TERRAS E GENTES DE PROENÇA-A-NOVA

Terça-feira, Maio 22, 2012

habituais e ocasionais

  habitual e ocasional
 
 habituais e ocasionais



 habitual


 crónicas de um bibliotecário-ambulante

cimadas cimeiras - montinho - cimadas fundeiras - vergão

Sexta-feira, Maio 18, 2012

Projecto BioAromas





hora da história na sala uee do projecto bioaromas

crónicas de um bibliotecário-ambulante

Terça-feira, Maio 15, 2012

Portugal em Direto - Informação - Especializada RTP 1 - Multimédia RTP



 andanças da bibliomóvel de proença-a-nova.
 40 segundos e depois aos 4 minutos e 30 da primeira parte , e aos 11:30 da segunda parte!

crónicas de um bibliotecário-ambulante


Quarta-feira, Maio 09, 2012

vistas


vista dianteira


vista traseira

crónicas de um bibliotecário-ambulante
rabacinas - sobral fernando - maxiais - giesteiras

Segunda-feira, Maio 07, 2012

Bibliomóvel de Proença-a-Nova - Antena 1



reportagem antena 1 

crónicas de um bibliotecário-ambulante

Quarta-feira, Abril 04, 2012

perdas e ganhos


Perdas e ganhos

O jargão bolsista das perdas e dos ganhos adapta-se na perfeição a alguns episódios que diariamente sucedem nas andanças da Bibliomóvel.
A sensação de perda não é uma novidade, ao longo dos 6 anos de estradas, terras e gentes a Bibliomóvel e o bibliotecário-ambulante foram perdendo alguns dos seus utilizadores/visitantes/Amigos, fruto das suas passagens pelo último capitulo de um livro, que é a Vida.
Nesta ocasião uma das nossas “informantes” de um dos Lares da 3ª Idade partiu e com ela muitos saberes e sentires que não consegui recolher e preservar para memória futura.
As visitas que a Bibliomóvel e o bibliotecário-ambulante fazem aos lares e centros de dia, são por norma dias festivos, no entanto existe sempre uma sensação de incerteza (pessoal) se na próxima semana, estarão ou não as mesmas caras a ouvir-nos, escutar-nos ou simplesmente estar lá.
Esta cara que desapareceu, não era efectivamente e afectivamente das mais activas de um grupo fantástico, mas recordo que no fundo da sua quase permanente inércia, havia um brilho nos olhos que denotava interesse e gosto pelas histórias que levava e contava.
Hoje recordo-me da última visita que fiz, antes do seu desaparecimento e da sua habitual despedida:

- “Então inté sr.Nuno!

Ainda a digerir a sensação de perda, estacionei a Bibliomóvel na primeira paragem vespertina. Como habitualmente distribuo pelos presentes na praça central e no café os jornais e a revistas habituais e inicio a amena cavaqueira habitual com os habituais “comentadores” que escolhem este local para o comentário social, politico, cultural e económico local, regional e nacional.
Ao fundo da rua 2 senhoras vêm de braço dado e em conversas cúmplices, rumam em direcção a Bibliomóvel:

- “ Eu não te tinha dito, que tinha livros!
- tem e são todos para emprestar.
- sim estou a ver, mas eu não consigo ler um livro em 15 dias!
- mas isso não é problema, prefiro que demore um mês mas que leia o livro todo e com satisfacção.
- o que preciso fazer para levar o livro?
- vontade, gosto de ler e dizer-me os dados pessoais para o cartão!
- só isso!?
- sim só isto e pode levar os livros que quiser.”

Assim encerrou mais uma sessão com perdas e enormes ganhos no índice da bolsa de saberes e sentires que são as andanças da Bibliomóvel.
o papalagui

Terça-feira, Março 27, 2012

sombra do tempo

bancada vazia

vizinha

crónicas de um bibliotecário-ambulante
cimadas cimeiras-montinho das cimadas-cimadas fundeiras-vergão

Quinta-feira, Março 15, 2012

nova funcionalidade = lifting facial

presas por fios e novelos

crónicas de um bibliotecário-ambulante
pedra do altar - peral - vale da mua

Segunda-feira, Março 12, 2012


crónicas de um bibliotecário-ambulante

Estar à espera, ou procurar”

Enquanto faróis culturais, contra as trevas e o obscurantismo, as bibliotecas sempre estiveram à frente do seu tempo.

Essa virtude aliada à inovação, faz com que estas, mais do que nunca, sejam arautos da defesa do livre acesso à Informação e ao Conhecimento, da Promoção do Livro e da Leitura (em qualquer formato), e da prestação de SERVIÇOS ÚTEIS à comunidade onde estão inseridas.

Esta última função, tantas vezes subestimada, pode contribuir para o estreitamento das relações com os seus visitantes, utilizadores e Amigos.

As possibilidades de oferta podem ser tão diversificadas quanto as necessidades que possam ocorrer no seio da comunidade que as acolhe (bibliotecas), assim consigamos pôr em prática sinergias com as mais diversas instituições e organismos.

Entre outros, os exemplos deste tipo de serviços vão desde o apoio à preparação de candidaturas a empregos, o preenchimento de impressos oficiais, ou mesmo a sensibilização para as novas tecnologias.

Ora as Bibliotecas Itinerantes, fruto da sua mobilidade e dos laços de proximidade, periodicidade, cumplicidade, intimidade e amizade criados com quem as visita, constituem fortes candidatas ao alargamento do espectro funcional da tradicional Biblioteca.

É nesta senda que, a partir do mês de Março, a Bibliomóvel de Proença-a-Nova vai iniciar uma nova etapa do seu percurso, somando aos serviços já disponibilizados atualmente, os prestados no âmbito do atendimento ao munícipe pela inclusão do Posto Móvel de Atendimento do Município:

http://www.cm-proencanova.pt/Municipio/Requerimentos

Num futuro próximo, esta oferta poderá ser expandida através da colaboração com outros serviços, instituições ou organismos, com vista a aumentar o alcance da iniciativa e facilitar o acesso a quem está mais longe.

No Posto Móvel do Município vai ser possível entregar on line (caso haja sinal) os diversos requerimentos (Ação Social, Águas, Apoio ao Agricultor e Empresário, Educação e Proteção Civil) já disponíveis no Balcão Único do Município, bem como efetuar o pagamento (em breve) das respetivas taxas.

Mais uma prova de que as Bibliotecas, mesmo em tempos de crise e insatisfação, podem e devem alargar a sua missão e chegar a mais pessoas, sempre com um sorriso nos lábios!

o papalagui

La Biblioteca está siempre alerta, vigilante y analizante para adelantarse a las necesidades de su sociedad, a la que sirve y al mismo tiempo a la que refleja. La Biblioteca nunca dice no, para ella todo es posible, menos el doblegarse a la política del miedo. No hay un servicio público ni privado tan completo, rentable, práctico y simbólico como la Biblioteca. Nadie da tanto por tan poco.”

Roberto Soto


Quinta-feira, Março 01, 2012

esplanada colectiva

crónicas de um bibliotecário-ambulante
corgas - malhadal