PERGULHO - VALE DE ÁGUA - MOITAS
segunda-feira, março 10, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
terça-feira, março 04, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
“ Emcelências”
Durante as quarenta noites dos quarenta dias que dura a Quaresma, na aldeia dos Cunqueiros, cantam-se e rezam-se as “Emcelências” em memória das almas que já partiram. À noite as mulheres e apenas elas, reúnem-se nos locais mais elevados da aldeia e doze vezes cantam e rezam, numa voz arrastada a mesma canção/oração:
“Pelas duas emcelências que a Virgem tivestes, Srª da Graça, que graça nos destes;
Se vos o merecestes de ser Rei coroado, Rainha dos anjos, Mãe de Deus chamado;
Rainha dos Anjos coberta de flores, viestes ao mundo salvar os pecadores;
Salvador do Mundo que a todos salvas, salvai a minha alma, bendita sejais;
Bendita sejais não lhe sei pedir, não sou merecedor do Senhor me ouvir.
Oh Avé-Maria cheia de graça, Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre que nasceu Jesus.
Jesus Santa Maria sois a mãe de Deus, rogai por nós, por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte.
Ámen Jesus Maria José.” (12x)
Ofertório
“Oh Almas benditas que lás estais esperando pelas emelências que estamos rezando;
Oh Almas benditas pedi ao Senhor que nos leve a glória pelo seu Amor;
Oh Almas benditas pedi-lhes também que nos leve a glória para sempre.
Ámen” (1X)
CRÓNICAS DE UM BIBLIOTECÁRIO-AMBULANTE
CUNQUEIROS - FORNEAS
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
quinta-feira, janeiro 31, 2008
O fim de mais uma jornada é acompanhado pelo suave e terno deslizar do sol rumo as serranias, porto de abrigo que o acolhe no seu lado lunar.
Ainda no interior da última paragem da jornada, reconheço um olhar e uma voz que reclamam a minha presença. È um dos habituais frequentadores (hoje ausente) das nossas tertúlias quinzenais:
- Boas Tardes!
- Olá Amigo Boas Tardes! Então tudo em ordem? Hoje não apareceu!
- É verdade estou aqui a espera das senhoras do Centro de Dia!
Desço da Bibliomóvel e vou ao seu encontro, cumprimento-o e damos dois dedos de conversa. Na ombreira de uma porta uma placa em mármore branco sobressai no negro do xisto, nela está inscrita uma expressão:
– COKA MISSAVA –
Questiono-me sobre o seu significado e pergunto o seu valor:
- Sabe…! Em Moçambique…! Havia uma altura do ano que a água corria do céu, havia muita cheia…, os rios transbordavam e alagavam as terras e as estradas. Nas fazendas fazia-se tudo, e mais houvesse, para evitar que a água levasse o trabalho de um ano. Construíam-se diques e barreiras de terra e pedras.
Eu era capataz de uma fazenda e nessas alturas estava sempre a gritar: Puxa Terra, Puxa Terra !!
Assim ficou o nome – COKA MISSAVA – que na fala deles significa o Puxa Terra.
Mais um dia, mais histórias de uma vida, mais um ensinamento para a vida.
O Papalagui
ALVITO DA BEIRA - SOBRAINHO DOS GAIOS
quarta-feira, janeiro 23, 2008

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Bem Haja por fazerem parte das minhas andanças pela blogesfera!


